
Quando regressei de África e disse que tinha feito um safari, toda a gente quis saber como era, se era giro, se se viam muitos animais…
Um safari em África é um produto turístico e por isso é feito u enorme esforço para que as expectativas não saíam defraudadas. Os guias conhecem os hábitos dos animais e os seus locais preferidos, pelo que a probabilidade de se conseguir descobrir as várias espécies é relativamente grande. Depois é contar com a sorte e esperar que todos os Big Five se dêem a mostrar. Nisso, posso dizer que os deuses estiveram do meu lado, pois não foram precisas mais do que duas horas para que o nosso hábil guia, o Godfried (amigo de Deus) descobrisse o leopardo, o leão, o búfalo, o rinoceronte e o elefante. Já para não falar das girafas, das zebras, dos macacos, das impalas, dos hipopótamos, dos zebus, dos crocodilos, das hienas, dos javalis, das suricatas, das águias… e espero não ter esquecido nenhum dos ilustres habitantes da savana.
Para quem está acostumado a ver cães e gatos vadios, aquela fauna em ambiente natural é um espectáculo digno de nota. Respondendo às perguntas iniciais, sim, é giro e sim vê-se mais do que no circo. Mas o que trago de mais interessante ainda assim, foi a conversa com os companheiros de ocasião, um casal que se sentou nos lugares atrás do meu.
Ele, Michael Kipping, alemão reformado a viver na Argentina onde vive a sua paixão Beatriz Provitina , artista plástica de Buenos Aires. Só esta história de amor já teria interesse bastante, mas a exploração da conversa ainda revelou mais deste par de personagens. Michael era investigador farmacêutico e foi para a Amazónia em busca de plantas e princípios activos que pudessem ser os medicamentos do futuro. Foi ficando, percorrendo a América latina até se radicar na capital argentina com Beatriz. Gostei da sua filosofia de vida: 25 anos para estudar, 25 para trabalhar e a partir daí gozar a vida, viajar, enfim, fazer tudo o que a vontade ditar. Congratulei-o por ter conseguido isso, como projecto de vida não está nada mal e sinto-me tentado a apropriar-me do modelo para mim.
Depois da África do Sul partiriam para a Ilha de Madagáscar e lá por Abril estava planeada passagem por Portugal. Na Europa, Michael só guarda o seu carro, um descapotável, por sinal. É só retirar a capota e rumar a sul, para o calor e ambientes mediterrânicos.
Obviamente fiz o favor de os convidar, quem sabe que histórias terão eles para contar por essa altura?
Um safari em África é um produto turístico e por isso é feito u enorme esforço para que as expectativas não saíam defraudadas. Os guias conhecem os hábitos dos animais e os seus locais preferidos, pelo que a probabilidade de se conseguir descobrir as várias espécies é relativamente grande. Depois é contar com a sorte e esperar que todos os Big Five se dêem a mostrar. Nisso, posso dizer que os deuses estiveram do meu lado, pois não foram precisas mais do que duas horas para que o nosso hábil guia, o Godfried (amigo de Deus) descobrisse o leopardo, o leão, o búfalo, o rinoceronte e o elefante. Já para não falar das girafas, das zebras, dos macacos, das impalas, dos hipopótamos, dos zebus, dos crocodilos, das hienas, dos javalis, das suricatas, das águias… e espero não ter esquecido nenhum dos ilustres habitantes da savana.
Para quem está acostumado a ver cães e gatos vadios, aquela fauna em ambiente natural é um espectáculo digno de nota. Respondendo às perguntas iniciais, sim, é giro e sim vê-se mais do que no circo. Mas o que trago de mais interessante ainda assim, foi a conversa com os companheiros de ocasião, um casal que se sentou nos lugares atrás do meu.
Ele, Michael Kipping, alemão reformado a viver na Argentina onde vive a sua paixão Beatriz Provitina , artista plástica de Buenos Aires. Só esta história de amor já teria interesse bastante, mas a exploração da conversa ainda revelou mais deste par de personagens. Michael era investigador farmacêutico e foi para a Amazónia em busca de plantas e princípios activos que pudessem ser os medicamentos do futuro. Foi ficando, percorrendo a América latina até se radicar na capital argentina com Beatriz. Gostei da sua filosofia de vida: 25 anos para estudar, 25 para trabalhar e a partir daí gozar a vida, viajar, enfim, fazer tudo o que a vontade ditar. Congratulei-o por ter conseguido isso, como projecto de vida não está nada mal e sinto-me tentado a apropriar-me do modelo para mim.
Depois da África do Sul partiriam para a Ilha de Madagáscar e lá por Abril estava planeada passagem por Portugal. Na Europa, Michael só guarda o seu carro, um descapotável, por sinal. É só retirar a capota e rumar a sul, para o calor e ambientes mediterrânicos.
Obviamente fiz o favor de os convidar, quem sabe que histórias terão eles para contar por essa altura?











